E.T. – O Extraterrestre
Houve
uma época que Steven Spielberg fazia filmes bem divertidos ou no mínimo legais.
Dirigia, escrevia ou produzia, quando não fazia tudo ao mesmo tempo. Um dia ele
ficou chato, ou melhor, começou a fazer filmes “sérios”. Para nossa sorte “E.T.” não é dessa fase madura do diretor. Ele
sabia ser divertido, encantar e ainda causar aquele sentimento piegas que faz a
grande maioria das pessoas chorar e soltar um “Ownnghtchyy” profundo.
O
filme começa mostrando uma pequena criatura intergaláctica sendo deixada para
trás por seus amigos que se vão em um disco voador. Essa criatura acaba se
escondendo na casa de um garoto e sua irmãzinha que o transforma numa pequena
drag queen. O garoto e seus amigos tentam a todo custo esconder o bicho. Até
que o governo dos EUA entra na jogada e o “baguio” fica “sérião”. Muita máscara
e roupa de proteção contra contaminação, a casa do garoto é envolvida em papel
celofane, e todos ficam de quarentena. O bichinho que estava doente e que criou
uma conexão muito forte com o garoto vem a óbito. E com isso todos nós que
estamos vendo o filme pela primeira vez e não tínhamos ainda a malícia das
viradas estratégicas dos roteiros.
E
logo o E.T. volta repetindo incansavelmente “Elliot, Elliot, Elliot... Fone, casa,
fone, casa.” ou algo do gênero. E vão as crianças salvar o redivivo E.T. e
levar para a floresta onde ele se encontrará com seus amigos da onça que o
deixaram nesse planeta atrasado e primitivo. E quem não morreu antes morre agora
de tristeza pois queria que o E.T. vivesse feliz para sempre com o Eliot...
O
filme era uma fofura só. Cheio de crianças que davam o ar de inocência. Tanto que
virou referência para vários outros filmes até hoje. Apesar que ao assistir de
novo já adulto eu fiquei com umas dúvidas sobre aquele dedo vermelho e
brilhante. E a cara de um artista renomado sem nariz que o E.T. tinha... Bom,
deixa para lá!!!
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