Mês Temático - Agosto: Loucuras e Distúrbios: Psicose
Agosto, o mês do cachorro louco. Mês de reviravoltas
angustiantes em nosso histórico político aqui no Brasil. Um mês que percebemos sobre o fim do
ano chegando, o inverno ainda persiste causando seus surtos de gripes fortes,
do qual fui vítima essa semana. E também é o mês que teremos como tema “Loucuras
e distúrbios”. Eu não tinha planejado
esse tema, mas semana passada me veio essa ideia. Afinal quem não gosta de um surto psiquiátrico? Pelo
menos na tela? Os loucos, surtados, depressivos e afins nos deixam angustiados
e ao mesmo tempo extasiados. E principalmente com aquela sensação falsa de que
somos normais. De perto ninguém é normal.
E, justamente para iniciar esse tema chamo ao recinto o
senhor Norman Bates (Anthony Perkins). Sim, sim, sim...Norman o esquisito que (lembro que spoiler é somente sobre filmes recente e um filme de 1960 que virou cult justamente pelo que ele se você não assistiu ou leu algo a respeito naõ me culpe) que se veste como sua finada e mumificada mãe, que está guardada lá no quarto dela, e mata
moçoilas (semi) inocentes e nuas durante uma ducha nefasta.
O filme se tornou
um clássico e até hoje mantém a força de seu roteiro, atuações e direção. E aqui
vai a alma do filme: Alfred Hitchcock . Sem ele acreditar na história de um
homem travestido de mulher que assassina a protagonista do filme depois de
quase metada da história e insistir na sua vontade de realiza-lo esse clássico não teria
acontecido. Muitos produtores achavam uma péssima ideia esse tipo de história. E
com um tema tão pesado e violento desse
tipo poderia afastar o público. Só lembre-se que são os anos de 1960, o povo
era menos calejado do que o de hoje. E
como eles estavam errados.
O filme foi um sucesso e nos deu um dos vilões de
cinema mais emblemáticos e complexos que se poderia ter até então. A relação edipiana
que Norman tem com sua mãe é assustadoramente perturbada. E,
por incrível que pareça, algo até normal, não só na ficção, mas na vida real. Esses
dias me surpreendi com a história de um amigo falando de um conhecido da
família dele que se recusava, há mais de um ano, a vender a casa da finada mãe
e sequer tirar ou mudar os móveis do lugar. Nem faxineira entrava. E até a
dentadura da falecida ele mantinha lá ao lado da cama. Perturbação pura.
Se Perkins ficou estigmatizado por esse personagem em
contrapartida não conseguimos imaginar outra pessoa melhor para
interpretá-lo. Mesmo na visão
modernizada do seriado inspirado na história do filme “Bates Motel” não temos a
força da nervosa atuação de Perkins. Freddie Highmore aparenta mais birra que
nervosismo.
Porém, com importância e narrativas diferentes cada um, filme e
série, se separam pela visão única de Hitchcock. Por mais que tentem imitá-lo
ele foi o primeiro que conseguiu colocar a relação doentia de mãe e filho, ou
só do filho em relação a memória da mãe, na tela e nos deixar tensos e surpresos
ao descobrir quem realmente é responsável pelo assassinato. Muita gente já viu
e sabe do que falo. É muita loucura mesmo.
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