Meus primórdios neste blog
Todos sabem que escrevo sobre filmes e séries neste Blog. Tudo começou em 2012. De início, não usei esse tema. Na verdade, escrever sobre os filmes que assistia, ou séries, era um exercício para ganhar fluência na escrita. O real motivo inicial do meu Blog era “vomitar” o fel que tinha dentro de mim. Uma forma de processar algo que eu não conseguia naquela época. Daria certo se não esbarrasse em uma outra característica minha: morrer de vergonha de me expor. O que é uma besteira, pois isso é mais uma narrativa inventada por mim mesmo do que realidade. O que me ajudou muito a entender um pouco esas questões foi a terapia que iniciei em 2023. Essa narrativa, ter vergonha de me expor, me impede de evoluir em muitas coisas, e estou justamente tentando romper essa amarra que existe só em minha cabeça. Faz um tempo que ensaio escrever mais e fazer uns cursos de escrita criativa ou mesmo roteirização, mas fico me limitando por esses entraves que criei na minha cabeça. Por isso ando escrevendo textos mais pessoais quando possível. O último que o diga...
Eu postava os textos no mesmo Blog, contudo percebi que havia dois grupos distintos de leitores e decidi separar os assuntos. Isso foi dois anos depois. Os dois assuntos eram muito diferentes, e eu comecei a ter facilidade em escrever sobre produções audiovisuais. Já o outro assunto era pesado e, por vezes, dolorido. Saía cheio de veneno e realmente acabava me deixando mal. Faltava terapia.
E qual assunto tenebroso me fazia sentir mal só de recordar? O problema não foi o assunto em si. Foi ter me desvencilhado, de forma compulsória, dele três vezes, em três lugares e tempos diferentes. Simplificando: eu fui seminarista católico por cerca de oito anos não consecutivos. Eu tentei mesmo e achei que era um vocacionado, chamado por Deus, o que talvez fosse, pois a espiritualidade continuou me surpreendendo de maneiras muito assustadoras em vários outros momentos depois que abandonei de vez a possibilidade de voltar. Tanto que tentei três vezes. Três! Eu não achava justo sair do jeito que saí. Etodas as dificuldades provindas disso me deixaram muito amargo. E escrever sobre isso me parecia mesquinho e uma forma de machucar todos que me abandonaram de alguma forma. Nessas horas, o amor cristão falha. Agora, depois de tanto tempo, acho que estou conseguindo me acalmar sobre essa parte da vida e revendo muita coisa. E tenho certeza: foi a melhor coisa ter saído e não ser padre hoje em dia. A vida não está fácil, passo por um turbilhão de situações que preciso resolver. E se fosse sacerdote hoje isso seria muito negativo. Se é que eu seria feliz ou, pior, faria outros serem infelizes. As histórias que conheço me provam que meu caminho foi melhor. Mesmo que eu esteja numa pindaíba desabençoada.
Resolvi reler o meu primeiro texto e corrigir uma coisa ou outra. Precisava mesmo de uma boa edição, eu sou péssimo nisso. Como exercício de escrita e como exercício de superação de limitações, resolvi repostar. Vamos ver o que acontece. Quem sabe, se houver algum interesse, eu volte a postar os outros. Ou mesmo me anime a fazer algum outro projeto só com isso. Ando pensando muito no que fazer. Estou numa encruzilhada e tentando escolher qual caminho tomar. E olhar o passado talvez seja necessário.
Segue abaixo o texto integral que foi inicialmente postado em dezembro de 2012 e, depois, em novembro de 2015, retirei deste Blog e postei em outro, que estagnou e foi sendo esquecido. Mesmo assim conto, somando este, com cinquenta histórias escritas. E não escrevi nem metade do que passei em oito anos de seminarista.
Chatos
Estava cursando o terceiro ano de filosofia e o meu tédio crescia espantosamente. No meu caso, o tédio não era só um “não ter o que fazer”, que me deixava aborrecido, ou fazer algo chato que me deixava nesse estado de ânimo. Lá a conotação era mais específica. Algo que vinha do âmago, do interior de minhas capacidades de não suportar algumas atitudes humanas, juntamente com uma enorme tendência a não me surpreender com nada. Não me recordo ao certo, mas nesse período estava com uns 23 anos e julgava já ter visto de tudo (se achava!) e passado por várias situações. E o que não vivi tinha lido a respeito ou visto na internet. Já tinha estabelecido uma fama, ou melhor, um rótulo que acompanharia todo o período em que durasse o seminário. Ou você é o estudioso, ou o inteligente, ou o esforçado, ou o desmiolado, ou ainda o carismático (não de carisma pessoal, mas pertencente à Renovação Carismática). O meu rótulo era ser o “descolado”, o que para a Igreja era quase uma ofensa gravíssima. É, não era uma boa coisa para se ser num seminário.
Um dia desses, estava eu em um de meus surtos de tédio. E o mais sensato foi ficar no meu quarto tentando me entreter com algo legal, o que era quase impossível, ainda não tinha internet disponível nos quartos. Um dia vivi sem internet e não morri. Hoje, só cinco minutos longe de uma tela de qualquer coisa, serve até calculadora, e minha boca já começa a espumar e meus olhos insistem em girar nas órbitas. Não é preocupante até este estágio. Se eu alcançar o estágio “Megan”, de O Exorcista, saia correndo de perto o mais rápido possível. Se os sintomas forem mais para “Emily Rose”, então é tranquilo. Eu não arriscaria, mas é tranquilo. Resolvo dar uma voltinha pela casa. Vou ao quarto de Babychicken (os nomes estão alterados... Não sei se perceberam) e começo a jogar papo fora.
Uma coisa que percebi naquela época de seminário é que ninguém quase nunca ia ao meu quarto; eu ia ao quarto dos outros. Por isso consegui um brilho de dar inveja no meu chão: nenhum taco reluzia mais que os meus naquele lugar. Outra coisa que percebia é que todas as vezes que eu ia ao quarto alheio as pessoas estavam estudando. Nunca entendi como o povo estudava tanto. Eu, sem me esforçar muito, conseguia garantir minha média 8,5. Se estudasse como eles, tiraria 11 sempre. Como cada um é cada um, eu ficava na minha. Só de vez em quando fazia questão, junto com a Reginíssima (gordíssima, por isso o superlativo, porém já aviso que hoje, 2012, ela está finérrima, à base de sibutramina, diz ela que só, sem cirurgia nenhuma de redução, mas continua superlativa em tudo... Até no uso de Bala e Cetamina em boates que começou a frequentar assiduamente em São Paulo), de esfregar as nossas notas na cara da Fredina, “a magrela que se achava a filósofa” e dizia estudar horas e horas. E nós dois (apesar de achar que da parte de Reginíssima era um "trucão" enorme, pois ela estudava escondido), sem esforço e dormindo muito, conseguíamos mais nota que a magrela ou, no mínimo, a mesma nota sem estudar nada.
Com a Babychicken (apelido dado pelo próprio reitor do seminário), iniciei as conversas de sempre. Nem imaginem o que era esse “de sempre”. E conversa vai, conversa vem, ela diz que estava com uma coceira no saco, coisa que nem de longe pensei ouvir naquela hora. Eu, sem muita atenção, perguntei o que tinha, e ela disse que ter raspado todos os pelos e eles estarem pinicando. Achei estranho aquilo. Por mais asseada que a Babychicken fosse, ela não fazia o estilo de alguém que fizesse “brasileirinha” ou “bigodinho”. A conversa morreu por ali, mas eu zoei muito ela antes de sair.
Uma explicação, essa parte é da edição de agora, 2026, os tratamentos eram no feminino mesmo, pelo menos por trás da pessoa. Tinham alguns seminaristas que assumiam o alter ego feminino abertamente e só o dissimulava perto de quem fosse problemático. A mim mesmo me chamavam no feminino quando conversavam entre si, nunca na minha frente. Quando o faziam era de forma brincalhona para me irritar. Na época não gostava muito disso, achava desrespeitoso com as mulheres. E realmente era e continua sendo, mas, talvez fale algo polêmico aqui, havia uma misoginia bem pesada entre gays seminaristas que era reflexo dos padres. Quanto mais "assumido" mais misógino era o jeito de se expressar. Achei que era só dentro do contexto eclesiástico e seminarístico isso, estava bem enganado. Deixo isso para outro momento ou quem sabe outro projeto/texto.
Um dia depois, estava eu conversando com outra seminarista, da minha classe, e ela soltou que estava com o cú pinicando.
— Vai dizer que você raspou os pelos do cu, Cira? — disse na lata. Sutileza com as palavras nunca foi o meu forte, vocês perceberão.
Ela deu uma desculpinha e disse que resolveu raspar tudo. Naquele momento, somei dois mais dois e guardei o resultado no coração para confirmar em outro momento. Só para entenderem como meus neurônios reagiram, vou dar só esta informação: a Babychicken e a Cira (é a Cira que já veio com esse codinome de outro seminário) eram um dos casais constituídos dentro do seminário. Naquela época chegou ao número de três casais que todos tinham conhecimento, inclusive o reitor. Então imagine eu descobrir que uma raspou os pelinhos do saco e a outra, mais tarde, me fala que raspou os pelos do cu. Fiquei passado.
Sem interesse nenhum, fui à noite ao quarto de Babychicken de novo, e é verdade isso, pois era levemente, talvez um pouco mais que levemente, egocêntrico nessa época. Nada que não me afetasse diretamente eu considerava da minha conta. A não ser que fosse um bafão muito grande, pelo simples interesse da curiosidade pela vida alheia, o que era bem raro acontecer comigo.
Outro fato para ajudar a entender melhor: desde o primeiro ano no seminário, eu mesmo lavava minhas cuecas, pois um dia desci até a lavanderia e vi que a funcionária colocava todas, eu repito, todas as cuecas em uma única bacia. Imagine o sopão, o caldo Knorr que virava. Eca! Para meu horror, vi umas “calcinhas” antes de serem colocadas na bacia. Eu não acreditava que uma virilha pudesse ser tão suja a ponto de encardir tanto umas peças íntimas como algumas estavam. Depois desse choque, nunca mais mandei cuecas e meias para a lavanderia. Eu mesmo lavava, e as outras roupas eu mandava com receio. Como não dava para eu lavar tudo, me resignei a dar jeito no que era possível.
A conversa com Babychicken se estendeu um pouco e, mais uma vez, ela fez menção à coceira que os pelos raspados causavam.
— Baby, como você raspa assim, sem mais nem menos, os pelos do saco, se sabe que ia pinicar? — joguei como se nada desconfiasse.
A Babychicken soltou uma risadinha, e tive certeza de que havia algo. Aguardei ela dizer:
— Não! Olha você, se eu te contar uma coisa, não fala para ninguém? — como éramos amigos, eu conhecia o tom com que ela estava falando; a coisa era séria.
— Claro! Não se preocupe. — Até senti a aréola brilhar neste momento em meu cocoruto, mas, no geral, sempre fui de guardar os segredos dos amigos. Vocês percebem por esses textos que escrevo.
— Eu não sei o que aconteceu e como foi — disse, justificando-se e com vergonha —, mas me deu uma carga de chato que eu não sei de onde peguei.
Como todo amigo que se preza, fiz o óbvio: comecei a gargalhar. Não me continha. Com a Babychicken também não tinha muito tempo ruim; ela começou a gargalhar também. E disse que a Cira também tinha pego e então ela raspara os pelos. Eu já sabia disso, mas não comentei. Como chato é uma coisa perniciosa, que se pega até sentado num lugar em que alguém empestiado tenha ficado, nem questionei a fidelidade de um dos lados. Pois já sabia que tanto a Babychicken quanto a Cira não eram tão fiéis uma à outra. Fiquei até sabendo mais tarde que havia um triângulo amoroso ali. O cateto oposto da hipotenusa do triângulo retângulo era uma primeiranista chamada Pãocomovo ou Durinha. Falo sobre ela em outro momento. Haverá oportunidades.
Voltando ao meu quarto mais tarde, já pensei que, se dois estavam com chato, era possível que mais pessoas pudessem ter contraído. E nem fui maldoso achando que havia um troca-troca generalizado entre os seminaristas, coisa que havia de fato, e que um tinha passado para o outro.
Na verdade eu pensei, mas minhas preocupações foram em relação às roupas. E lembrei do sopão de cuecas, calcinhas e meias da lavadeira. Eu sabia, era evidente, que a lavadeira passava as calças, camisetas e outras peças. E passava muito bem. Ela era melhor passadeira que lavadeira. Porém, não sabia se ela passava as cuecas e, assim que tive oportunidade, conversei com ela, que me disse que não passava.
Aqui abro um parêntese: eu não era um compulsivo em ficar escarafunchando as coisas que aconteciam na casa. Pode parecer. Mas não era assim. Eu tinha, sim, a malícia de fazer uma pergunta certa, jogar um verde de vez em quando. Grande parte dos fatos chegava até mim sem meu esforço. E muitas vezes as informações vinham fragmentadas e por pessoas diferentes. Como uma contava o fato X, outra o fato Y e outra o fato Z, eu simplesmente juntava e tirava minhas conclusões. Essa vez, por exemplo, em que fui falar com a lavadeira não foi planejado. Eu precisei buscar as minhas roupas passadas e sempre dava uma palavrinha com ela. A L., usando abreviado o nome, era brava, mas comigo sempre foi simpática. E eu me lembrei dos acontecimentos e só perguntei, pois ela estava justamente naquele momento separando meias e cuecas e, não esqueçam, as “calcinhas”, para pôr nos montes de roupas prontas de cada seminarista.
Elementar foi eu achar que não seria impossível um surto geral de chatos. Se dois tinham, mais poderiam ter. A equação era clara para mim. Como disse acima, eu era egocentrado em mim mesmo, desculpem a redundância, e como eu me ocupava de minhas cuecas não havia perigo. Eu não estava com chato até aquele momento, então concluí que, se algum desses repugnantes seres grudentos agarrasse nas calças ou, num extremo de desespero por comida, nas camisetas, eles não sobreviveriam aos poderosos e vaporosos métodos de passar da L. Pronto: em minha cabeça, problema resolvido, problema esquecido. Bola pra frente.
Outra coisa interessante a se contar é que a cadeia dos fatos, boatos e fofocas girava em um esquema lógico. Ou melhor: seminaristicamente lógico. O que quer que acontecesse com um indivíduo, este, na sua inocência, contava para aquele que julgava ser seu melhor amigo. Este, que não o considerava amigo suficiente para guardar seu segredo, comentava com o seu suposto melhor amigo, outro. Em determinado momento, o ocorrido caía nos ouvidos de algum que tinha o prazer de informar a todos na casa. E alguns ainda tinham o disparate de não só contar, mas incriminar o seu informante. E todos, até o reitor, ficavam sabendo do ocorrido e ainda o culpado por espalhar a informação, que nunca era o verdadeiro propagador, mas o besta que contava e este.
Os eixos da fofoca eram conhecidos. De pouco mais de vinte seminaristas naquele ano, uns quatro eram ardilosamente perigosos com sua língua ferina: Reginíssima; Cira, com a alcunha de “Sua Vaca”, que contava tudo diretamente ao reitor; Mariajo, uma “loka” tresloucada que foi expulsa do seminário e, dizem, que começou a se prostituir em Araraquara após se entender como mulher transsexual. E alguns diziam que Vini Boy ou Garoto Vini, apelido dado pelo reitor também, era o outro. Se não perceberam, o Garoto Vini sou eu. E não era bem assim. Eu não contava as coisas aos outros. Eu apenas, enfatizo bem o “apenas”, soltava uma chicotada bem certeira quando alguém tentava me zoar ou então dar alguma alfinetada maldosa. Eu não deixava por menos e, na frente de todos que estivessem ali, soltava alguma pérola do bendito. E geralmente era sempre algum segredo que não devia ser exposto, ou ainda, algo que todos sabiam e só o dono do fato achava que não.
Lembro que toda vez que eu falava, em legítima defesa sempre, rasgava-se o véu do templo com todo o alvoroço que se fazia em torno disso. Praticamente seminaristas e padres são as piores pessoas para se contar um segredo. Tem uns que salvam, poucos, bem poucos. É que a confissão, se for quebrado o sigilo, tem punições severas; o padre pode até perder o seu estado clerical. Porém isso não impede a maioria dos padres de contar segredos de confissão em aulas ou conversas sem “identificar” os pecadores, pois assim é permitido falar do pecado alheio... “desde que não identifique” o pecador.
Cerca de uma semana depois de minhas conjecturas, estava eu mais uma vez em meu quarto tentando afogar meu tédio no travesseiro quando ouço alguém bater à minha porta. O que era raridade. Poucos se atreviam a fazer isso com bobagens, pois eu colocava mesmo para correr. Atendi com meu tédio transformado em ódio; eu estava quase dormindo. Era a Reginíssima com uma cara preocupadíssima:
— Vinícius Motta, você já está sabendo da última? — quando me chamavam pelo nome completo, eu ficava sempre em sobreaviso.
— Depende de qual. — disse cinicamente, pois eram tantos acontecimentos que eu até me perdia.
— Você sabia, Vini, que há um surto de chato pela casa? — não sei se a intenção dele era me deixar indignado ou chocado.
— Sabia há umas semanas. — frustrei ela.
Reginíssima gaguejava um pouco quando o assunto era sério, antes de conseguir falar:
— Vo-você sabia, Vi-Vinícius Mo-Motta???? — sem esperar que eu respondesse. — Você sabia e não me contou nada? Por quê?
“Por saber que, se te contasse, a casa toda já estaria sabendo e eu levaria a fama de linguarudo no seu lugar”, apenas pensei.
— Eu soube, mas nem me preocupei muito — continuei abafando o pensamento. — Eu lavo minhas próprias cuecas. — E expliquei brevemente minha teoria das “calcinhas” e cuecas não passadas e das roupas passadas.
— Onde vamos parar desse jeito? — farfalhou pomposamente Reginíssima, concordando comigo e ficando mais tranquila, pois ele também lavava suas calcinhas, digo, cuecas, ou melhor, calçolas enquanto tomava banho. Demorava horrores só nessa função.
Virou as costas e foi em direção do seu quarto, ao lado do meu, e continuou:
— Onde vamos parar assim?
— Eu não faço ideia. Mas eu vou é para a minha cama agora. — Fechando a porta, ouvi abafado:
— Vai, viado... Vai dormir... Eu também vou... Só assim mesmo... Para “aguentar o tranco”.
Bom, retornando ao tempo presente de minha escrita. Esse foi o primeiro texto que resolvi contar sobre o seminário. Por mais que haja uma ordenação ficcionada os acontecimentos são os que me lembrei. Tem mais camadas que por cuidado não coloquei. E nem sempre ao se escrever nós lembramos de todos os meandros dos acontecimentos. Era relativamente recente minha última saída, então, tudo andava bem fresco em minha memória. O último texto sobre minha vida no seminário que postei foi em janeiro de 2019. Eu já dava sinais de minha ansiedade estar começando e o ritmo vertinginoso de minha vida não deixava muito tempo para escrever. E logo veio o divisor de águas mundial, a pandemia. Aí deixei tudo mesmo de lado até ano passado.
Obrigado por prestigiar o blog. Deixem comentários, sejam quais forem, e, quem sabe, sugestões. Fiquem à vontade.
E-mail: vinimotta2012@gmail.com
Instagram: @vigamo500

Nenhum comentário:
Postar um comentário